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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Pneus Arriados

Como mencionei no primeiro post a respeito de Metafísica, estas leis envolvem questões físicas, de saúde, mas também atingem objetos.

Desta forma iremos falar hoje sobre carros, mas especificamente sobre problemas com os pneus.

O carro representa nossa vida, ou seja, conduzir o carro equivale a como conduzimos os assuntos que fazem parte de nossa existência.

Quando o carro é dirigido por uma só pessoa os fatos que o atingem referem-se diretamente a esta pessoa.

Se for um carro usado por toda família, a ligação do fato ocorrido com as pessoas depende de uma interpretação específica que veremos em cada caso que for postado.

Vejamos então os pneus. O contato do carro com o chão representa o nosso contato com a realidade. Assim os pneus tocam o chão e se movem através dele. Muitas vezes facilmente, outras tendo que superar obstáculos ou ainda buscando caminhos alternativos.

Se tivermos consciência de que nada é por acaso e aceitarmos o que a vida nos traz, conseguiremos nos mover pela vida com fluidez e superaremos qualquer problema no terreno por onde iremos passar.

Entretanto se tivermos problemas de aceitar nossa realidade atual. Não gostando do que estamos vivendo, ou nos iludindo sobre assuntos pertinentes a quem somos e as pessoas com as quais convivemos poderemos atrair problemas com os pneus com freqüência.

Segue alguns exemplos disto:

Pneus furados com freqüência: dificuldade de aceitar a própria realidade, não gosta do que vive, mas também não aceita, para assim tentar modificá-la. Ou ainda, se sente incapaz de mudar o que incomoda, sente-se acomodado e infeliz.

Pneus furados com pregos ou similares: Algo ou alguém o irrita ou irritou profundamente, foi ferido ou incomodado por uma situação.

Pneus Murchos: Desânimo. Pode ser eventualmente quando se está cansado de alguma situação, mas depois se resolve, ou se for com frequência pode representar desânimo intenso que deve ser tratado para não se agravar, tornando-se uma possível depressão.

Problemas constantes com alinhamento e balanceamento: A pessoa tem dificuldade de se manter equilibrada diante das situações que surgem. Pode referir-se também a dificuldade de se manter um foco, um direcionamento nos seus assuntos pessoais.

Pegar guia ao estacionar: Controle excessivo, cobrança, perfeccionismo. Precisa se convencer de que é bom e que faz tudo corretamente, e ao mesmo tempo se sente inseguro, então exagera na dose e se fere.

Pneus que explodem em movimento: Grito de “basta”, “chega”, estar sufocado, não estar agüentando uma situação.

Se o carro for usado para transportar toda a família e os problemas aparecerem na posição utilizada sempre por um dos membros, vale observar se a questão não esta relacionada diretamente com esta pessoa, ou seja, se fura sempre o pneu da frente do lado do carona, e a matriarca da família é quem usa sempre esse banco, pode ser que somente ela não esteja lidando bem com a sua realidade.

Mas se não há um rigor no uso dos bancos, sempre haverá ligação com o condutor do carro. Assim como, se um carro é partilhado por duas ou mais pessoas é só observar com quem ocorre o problema.

É sempre bom lembrar que modificando nosso modo de pensar e agir podemos mudar o que atraímos até nós.

A melhor forma de modificar algo que não está nos agradando é olhar esse fato de frente com aceitação, e assim conseguimos perceber as possibilidades de mudanças de atitudes nossas que atrairão situações mais agradáveis, e que nos farão mais felizes.

Paz e Luz a Todos!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Pedra nos Rins

Meu Primeiro Contato com a Metafísica

O ano de 1999 foi demasiadamente doloroso pra mim. Começou com cólicas suportáveis que ao serem examinadas foram diagnosticadas como infecção urinária. Mas que, com o decorrer do tempo transformou-se em algo indescritível devido tamanha dor.

Foi então descoberto que além da infecção eu possuía um “meigo” cálculo renal de 1,3cm de diâmetro, o que significava que era impossível expeli-lo naturalmente. Tinha que implodi-lo com uma Litotripsia, um procedimento a laser.

Entretanto antes era necessário curar a infecção. Mas o tempo foi passando, os remédios foram sendo tomados e nada da infecção se curar... Neste período as crises se tornaram freqüentes e cada vez mais intensas.

Depois de algumas crises eu parecia viciada em remédio nas veias... já chegava no pronto socorro, branca de dor com o braço estendido procurando o “herói de jaleco branco” com a seringa na mão. Seria cômico se não fosse tão doloroso.

Depois de 10 meses nessa vida louca, muitas idas ao pronto socorro e uma providencial troca de médico. Foi descoberto que a infecção não cederia de forma alguma, pois ela era gerada por uma colônia de bactéria que morava, sabe aonde??? Pois é, na minha pedra de estimação; ou seja, ela se nutria do cálculo.

Desta forma, era necessário estourar a pedra mesmo como a infecção. (Ufa! Por que não descobriram isso antes?)
Foi então que o médico me informou que pedras do tamanho da minha raramente se quebram em pedaços pequenos o suficiente para ser expelidos sem dor. Provavelmente ela se quebraria em 4 ou 5 partes e eu teria ainda problemas com o “parto” delas.

Com esta notícia, num gesto de desespero recorri à metafísica. Como ainda conhecia pouco, fui pesquisar.

Descobri que problemas renais estão relacionados com dois padrões de pensamento, e para minha “sorte” eu me encaixava nos dois casos.

1°. Ser cabeça dura, não ter flexibilidade, não mudar de opinião com facilidade e freqüência.
Eu acreditava que o que eu pensava era algo determinante, não poderia ser mudado senão eu estaria sendo leviana, sem personalidade, mas depois compreendi que o ideal é o oposto disto.

Estamos em evolução... Evoluir nos remete a idéia de crescer, expandir o que pensamos, o que acreditamos, isto significa que precisamos mudar, e mudar sempre. Cada dia aprendemos algo novo, e nos tornamos diferentes do que éramos antes.

2°. Ser critica.
Achava-me no direito (que pretensão!), de apontar quem estava certo ou errado em suas atitudes. Julgava as pessoas, e principalmente a mim mesma.

Depois entendi que cada um dá o que tem. Estamos em níveis evolutivos diferentes. Temos visões da vida baseadas no que já experimentamos, portanto cada um é um, e deve ser respeitado seu modo de ser e pensar, mesmo que não concordemos com ele. Não somos nós que devemos julgá-los.

Percebendo que meu caso requeria uma ação drástica, pois a dor já era insuportável e eu queria resolver o caso de vez. Montei umas frases e passei a metalizá-las constantemente, até o dia da Litotripsia.

“Sou flexível, posso mudar de idéia sempre que necessário.”

“Nada é definitivo, tudo muda a todo instante.”

“Cada um dá o que tem, não cabe a eu julgá-lo.”

E na data marcada, durante o procedimento fiquei a todo instante repetindo a frase de uma forma firme e impositiva. O médico fica distante, separado do paciente por um vidro, assim não pude observar as suas reações.

Entretanto, quando terminou o procedimento, o doutor se aproximou com um largo sorriso e me disse que estava “bom de mira”. Se entender direito perguntei por que e me surpreendi com a resposta.
Ele me contou que de forma inesperada a pedra ao ser atingida explodiu totalmente, pulverizando-se, ou seja, virou pó; e assim sairia facilmente, sem dor.

Vocês nem imaginam meu alivio depois de um ano de tortura. Como isso raramente acontece o médico estava muito satisfeito, e a sua surpresa era tanta que só me fez ter certeza de que eu contribuí para o sucesso do procedimento.

Interessante que na época eu ainda era cética quanto à metafísica, por isso não estava influenciada, o que me faz crer que realmente foi minha mente que agiu a meu favor, através das mentalizações.

A partir daí, comecei a ler mais e mais sobre o tema e usá-lo em vários momentos, sempre com sucesso. Exceto quando minhas próprias resistências me sabotam.

Perdoem-me o “post” longo, mas este foi meu primeiro contato com a metafísica e achei interessante relatá-lo por completo. Nas próximas postagens sobre esse tema eu apenas mencionarei de forma resumida as possíveis causas para as doenças, e caso surjam algumas dúvidas e só me perguntarem, ok?

Boa Saúde a Todos!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Metafísica

Estamos começando hoje mais uma divisão de nosso blog. Pra quem nunca ouviu falar, a metafísica é uma ciência que estuda a relação entre fatores físicos, emocionais e mentais.

Ela foca bastante a ligação das doenças apresentadas no corpo físico de uma pessoa com a sua forma de pensar. E também relaciona objetos e seu funcionamento, como carro, casa, etc. aos padrões mentais da pessoa que o utiliza.

É claro que essa é uma visão simplista e facilitadora, para que leigos possam conhecer um pouco mais sobre metafísica e usá-la a seu favor na solução de seus problemas.

Os estudiosos que me perdoem por não trazer explicações mais técnicas e profundas, mas não o faço por dois motivos.

Primeiro, meu objetivo é abordar o tema de forma corriqueira, como um bate papo entre amigos, onde um questiona o outro sobre seu jeito de pensar e agir, quando toma ciência de algo que esta lhe afligindo.

Segundo, não sou uma estudiosa profissional. Interesso-me por metafísica a mais ou menos uns 12 anos. Sempre lendo livros e artigos a esse respeito e também ouvindo palestras com terapeutas da área.

O curioso é que por gostar tanto, sempre fui procurada por amigos e conhecidos para conversar a respeito. As pessoas costumam me contar seus problemas e quando lhes informo o que conheço a respeito do seu caso, é uma surpresa, pois sempre há uma relação entre os fatos.

Normalmente, essas pessoas ficam surpresas e após identificarem os padrões que atraíram o problema, procuram modificá-lo.

Os resultados são nítidos. É claro que varia de intensidade dependendo de quanto o assunto foi aceito pela pessoa e de quanto ela se propôs a mudar de verdade. Mas que os resultados são visíveis, ah, isso são.

Desta forma, de vez em quando estarei postando assuntos relacionados à metafísica, na minha visão, simplificada; e caso vocês se interessem por algo especifico me perguntem que pesquisarei para traze-lhes a resposta, mas se perceber que não conseguirei fazê-lo a contento, me conformarei em assumir minha ignorância sobre o caso.

Vejam, minha intenção é apenas levantar a ponta do véu sobre esse assunto fascinante, os demais passos devem ser dados cada um per si.
Boas Descobertas!